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Escrito por aricci às 13h32
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A grande língua



Escrito por aricci às 13h20
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Na terra estaremos



Escrito por aricci às 18h31
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Dois bicudos não se beijam



Escrito por aricci às 18h31
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Reencontro

 

Minha alma!

Apartada de mim...

Extirpada de mim...

Foste por quanto tempo?

Segregada no tempo...

 O nós na ausência da integração.

O múltiplo na unidade perdida.

O que de mim foi arrancado tão brutalmente?

Minha alma por onde andaste?

Procurei-te na escuridão e no silencio.

Lá a soledade me fez companhia.

Entre as fundas raízes de uma árvore amputada,

Fundos abismos e negros mares...

Queres retornar?

Rever-me na inocência mais uma vez?

É tarde...

Qual a tua e minha excludente de ilicitude?

Quem ousaria nos perdoar se não nós mesmos?

Então,

Funda-se comigo na procura...

Revista mais uma vez a minha pele.

Retorna para nossa união há tanto desfeita.

Volta à vida minha alma!

Chega de odores podres!

Chega de tanta morte!

 

A. Ricciardi

 



Escrito por aricci às 18h20
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Festim



Escrito por aricci às 20h33
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Amanhecer



Escrito por aricci às 08h22
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Calaremos todos



Escrito por aricci às 04h08
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A farsa

 

Não estarmos no espelho.

Não refletir a ambigüidade,

Sermos hoje o que não somos.

Amar sem saber do amor

Mortificado em plena cor.

Lutar sem saber da dor.

Pelos passos alheios andar.

Pelos lábios de outros falar.

Farsante quem não ama.

Farsante quem não vive.

Farsante quem não pensa.

Farsante na entrega.

Farsante na recusa.

Falsamente morrer,

Falsamente viver,

Falsamente poder,

Falsamente amar.

 

A. Ricciardi

 

 



Escrito por aricci às 21h59
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Nós



Escrito por aricci às 21h57
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O vaso vazio vazou.

 



Escrito por aricci às 21h02
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Papo cabeça



Escrito por aricci às 14h18
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Na vazante do tempo



Escrito por aricci às 14h05
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A vazante da alma.



Escrito por aricci às 10h21
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Re-fluxo

Refluir, vazar, vazante.

Retorno ao que era antes...

Ciclo,

Marés e chuvas...

Refluxo do projeto perdido...

Do que já não pode ser...

Vazante dos rios da alma diante da impossibilidade do que foi concebido.

O encontro com o nada, o vazio e a dor na angústia da frustração.

Dor que nos leva a pensar, propor, criar, criar, criar...

Ter certeza que somos a única ponte com o nosso devir.

Só na dor é que se pensa!

Só na dor é que se cria!

Pois, haverá um novo ciclo de chuvas,

Haverá uma nova maré montante.

 

A. Ricciardi

 

 

 



Escrito por aricci às 10h00
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